quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Falsas Esperanças

E esta pausa no tempo...este não pertencer...
Estes diálogos com o nada, com as angústias, com a solidão...
Quando planto amor, colho solidão. Minhas sementes devem ser estéreis, inférteis, pois não fecundam nenhum solo, nada floresce...
Pra que continuar semeando? Pra que continuar a ter esperanças...
Meus pés doem de tanto caminhar, minhas mãos não querem mais atirar as sementes em vão, elas já não acreditam que podem fecundar nenhum solo, elas já não aguentam mais falsas esperanças...
A`dc 22/07/09